Notícia

Mulheres são destaque em cargos de gerência da Rota 116

08/03/2017

A Concessionária Rota 116 S/A se destaca no número de mulheres em cargos de gerência em sua estrutura administrativa. Das sete gerências, cinco estão a cargo de mulheres e 43% do total de colaboradores são do gênero feminino. “Não há, como não poderia deixar de ser, distinção entre homens e mulheres na Concessionária, mas é positivo a gente constatar que cresce cada vez mais o número de mulheres em cargos de decisão em nossa estrutura de trabalho”, avalia David Augusto Barbosa, Superintendente Geral da Rota 116 S/A
“Nossa política de trabalho prevê oportunidades iguais tanto para pessoas do gênero masculino quanto feminino, mas estamos observando que a cada ano aumenta a participação feminina em cargos chaves de comando da empresa. Isso é salutar e importante para o ambiente de trabalho”, explica David, lembrando que é árdua a tarefa da mulher na conquista de espaço no ambiente de trabalho.
Em setores como o Jurídico, o Financeiro, na Ouvidoria, na parte de Tecnologia da Informação e no Centro de Controle Operacional há mulheres atuando. Cintia Dutra, por exemplo está há quatro anos a frente da Ouvidoria da Concessionária. Casada e prestes a dar a luz à sua primeira filha, ela lembra que a mulher tem o dom de trazer certa leveza para os ambientes, pois a grande maioria já tem uma doçura por natureza, o que contribui para um olhar sereno no exercício diário da função. Atuando no relacionamento de conflitos entre usuários e a concessionária, Cíntia acredita que como mulher, essa percepção auxilia na avaliação de cada processo e traz serenidade nos momentos de conflito que ocorrem em alguns atendimentos.
Há 13 anos trabalhando na Rota 116, Silvia Herdy, hoje, é a responsável pelo controle de arrecadação de todas as praças de pedágio. Lembra que na época em que esteve como gerente de operações, sua rotina de trabalho era extenuante e não foram poucas as vezes que teve de sair de madrugada para resolver algum tipo de problema em uma praça de pedágio. “A mulher tem sempre uma dupla rotina. Em casa e no trabalho. Mas essa questão é muito bem resolvida. Mesmo quando recebia um telefonema e tinha que me dirigir de madrugada para atender a um chamado, nunca tive problema”, afirma ela, lembrando que o preconceito passa ao largo de sua rotina. “Nunca tive problemas e as vezes, quando chegava numa ocorrência na rodovia e tinha que sinalizar as pistas, tomar atitudes como reter e liberar o tráfego, por exemplo, isso sempre foi feito com extrema normalidade”, afirma.
Para Michele Ornellas, que desde 2006 trabalha na Concessionária a sua atividade de dona de casa não tem nada a ver com o dia-a-dia no trabalho. “Quando chego aqui na Rota 116 já trabalhei bastante em casa”, brinca ela que sai de manhã com a filha de seis anos para a escola e a apanha depois da jornada de trabalho. “Nunca sofri nenhum tipo de preconceito no trabalho por ser mulher. Pelo contrário, vejo a Concessionária como um ambiente extremamente favorável a nós e as oportunidades são dadas em igual proporção”, finaliza.